Fundos de papel: as respostas para as perguntas mais feitas no Google

Fundos de papel

O mercado financeiro disponibiliza diversos produtos para o investidor, atendendo a diferentes perfis de risco. Dentre os mais procurados nesse momento, estão os fundos imobiliários de papel. Tem como característica de alocação prioritariamente em recebíveis no setor imobiliário.

Considerado um dos segmentos mais demandados, os ativos do mercado imobiliário têm despertado cada vez mais a curiosidade dos investidores. Por isso, entender sobre os fundos de papel é essencial para identificar oportunidades, mitigar riscos e diversificar a carteira.

Mas, afinal, você sabe o que são os fundos de papel e como eles funcionam? Se deseja entender mais sobre o assunto, nós vamos ajudar! Continue a leitura deste post e veja quais são os principais questionamentos sobre esses fundos e esclareça todas as suas dúvidas!

O que são fundos de papel?

Os fundos de papel têm como exigência a alocação dos recursos em títulos de renda fixa ou variável atrelados ao setor imobiliário.

Diferente do que muitos pensam, os fundos imobiliários de papel são considerados de renda variável, proporcionando rendimentos por meio da valorização das cotas e pagamento de dividendos mensal.

Como funcionam os fundos de papel?

Negociados na bolsa de valores, os fundos de papel aplicam o patrimônio dos cotistas em títulos de renda fixa e renda variável atrelados ao setor imobiliário. Como exemplo, existem três que o fundo de papel costuma investir:

  • Certificados de Recebíveis – CRI: com perfil de renda fixa e emitidos por empresas que desejam financiar projetos no setor imobiliário;
  • Letras de Crédito Imobiliário – LCI: ativos com cobertura do Fundo Garantidor de Crédito – FGC, emitidos por bancos ou instituições financeiras;
  • Letras Hipotecárias – LH: títulos de renda fixa atrelados ao crédito imobiliário. Também são emitidos por instituições financeiras.

Ao contrário dos fundos de tijolo, os fundos de papel não atuam diretamente com a aquisição de imóveis. Além disso, a rentabilidade não está atrelada aos aluguéis e vendas. Portanto, as cotas dos fundos de papel se beneficiam das oscilações mercadológicas, elevação dos juros e inflação.

Como analisar e investir nos fundos de papel?

Todo processo de investimento começa a partir de um estudo das possibilidades, acompanhamento do mercado e definição do perfil de risco. Essas informações são decisivas para encontrar ativos compatíveis com os seus objetivos e metas a curto, médio ou longo prazo.

Nesse sentido, para investir em fundos imobiliários de papel é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores para ter acesso às negociações na bolsa. Além disso, contar com apoio de uma assessoria especializada é essencial para otimizar o seu planejamento e encontrar as melhores oportunidades.

Quais os melhores fundos de papel?

Não existe uma resposta concreta para isso. Isso varia muito do momento e do preço negociado de cada ativo. Existem diferentes tipos de fundo, identificados por tickers distintos. Cada fundo tem sua característica e precisa ser analisado por um profissional capacitado.

Em vista disso, os fundos de papel que se destacaram e tiveram maior rentabilidade nos últimos tempos foram os seguintes:

  • KNIP11 — Kinea Índices de Preços;
  • HFOF11 — HEDGE TOP;
  • KNCR11 — Kinea Rendimentos Imobiliários;
  • BCFF11 — FII BTG Pactual Fundo de Fundos;
  • HGCR11 — CSHG Recebíveis Imobiliários.

Esses fundos são considerados os maiores do país e contam com um patrimônio expressivo. Entretanto, cada opção tem suas próprias particularidades. Elas devem ser compreendidas antes de realizar a aquisição de cotas, até mesmo para entender os riscos e evitar perdas.

Quais as vantagens e desvantagens?

Assim como em qualquer tipo de investimento, os fundos de papel têm as suas vantagens e desvantagens. Embora tudo dependa do perfil do investidor, entender esses aspectos de forma geral é muito importante para estabelecer um planejamento financeiro eficaz.

Veja, a seguir, quais as principais vantagens e desvantagens!

Principais vantagens

Ter ativos dos fundos de papel na carteira é importante pelo menor risco e volatilidade baixa, comparando-se com outros ativos de renda variável. Além disso, também são interessantes pela liquidez e podem ser beneficiados em épocas de juros altos, sendo ideal para aportes a longo prazo.

Principais desvantagens

O primeiro ponto considerado desvantagem é a perspectiva de ganhos a longo prazo, pois não considera a valorização patrimonial. Além dele, há também o baixo potencial de crescimento. Por isso, não é muito atrativa para investidores que buscam rentabilidade mais rápida e consistente.

Como percebeu, os fundos de papel são alternativas importantes de investimento em renda variável para diversificar a sua carteira. Por isso, avalie as oportunidades e considere esse tipo de ativo para elevar as chances de alcançar bons rendimentos e proteger o seu patrimônio.

Gostou do post? Agora que você já viu informações importantes, o que acha de ler outro conteúdo relevante sobre o mercado financeiro? Não perca a oportunidade e veja agora mesmo quais são as tendências de investimentos para 2022!

 

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10 de março de 2022

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